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Rio muda seu cenário com grandes novas edificações - Revista do Turismo Rio muda seu cenário com grandes novas edificações - Revista do Turismo

Rio muda seu cenário com grandes novas edificações

Passeio publico da Avenida Rio Branco (1)
Post por: 01/06/2016 0 comentários 134 views
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O Rio de Janeiro está de cara nova. Quem tem dúvida é só seguir o novo roteiro da cidade, que pode partir do Porto Maravilha, numa visita ao Museu de Arte do Rio (MAR) e ao Museu do Amanhã – localizados na nova Praça Mauá –, chegando ao Parque Olímpico, na Barra da Tijuca –  “coração” dos Jogos 2016 do Rio.

 

Novo cenário – grandes edificações chegaram à cidade

  • Parque Olímpico na Barra da Tijuca

Coração dos Jogos Rio 2016, o Parque Olímpico surgiu da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Prefeitura do Rio e a concessionária Rio Mais, responsável pela construção e manutenção – durante 15 anos –, além do parque, das Arenas Cariocas (1, 2 e 3), hotel e Vila dos Atletas, Centro Principal de Mídia (MPC) e Centro Internacional de Transmissão (IBC). O Estádio Aquático, Centro de Tênis, Velódromo e Arena do Futuro contaram com verba do Governo Federal – num acordo de cooperação técnica – em que a execução das obras, por meio da RioUrbe e da Empresa Olímpica Municipal, ficou a cargo da prefeitura.

Após os Jogos, o Parque Olímpico será um amplo complexo esportivo e educacional, na Zona Oeste, destinado a estudantes da rede municipal e a atletas de alto rendimento. A Arena 3 dará lugar ao Ginásio Experimental Olímpico (GEO) com educação fundamental em horário integral para 850 alunos, aliada a práticas esportivas em 10 modalidades.

  • Complexo Esportivo de Deodoro / Parque Radical

Sede de 11 modalidades olímpicas e quatro paralímpicas, é formado pela pista de BMX, circuito de Canoagem Slalom e Arena da Juventude – ainda, provisoriamente, pela pista de Mountain Bike e pelo Estádio de Deodoro. Antes mesmo da entrega do equipamento ao Comitê Olímpico, a população de Deodoro e 10 bairros do entorno puderam usufruir do parque e da piscina durante o Verão. Após os jogos, o complexo será transformado no segundo maior parque público da cidade. O primeiro é o Parque do Flamengo.

  • Instalações do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)

Primeiro transporte público do país a operar no molde de “validação voluntária” existente em Amsterdã, Berlim e outras cidades da Europa: os próprios passageiros pagam a tarifa com bilhete único ao entrar no veículo, que não terá roletas e poderá transportar 300 mil passageiros por dia, quando todas as linhas estiverem em pleno funcionamento. O projeto conecta metrô, trens, barcas, teleférico, BRTs, redes de ônibus convencionais e Aeroporto Santos Dumont, ligando o Centro à Região Portuária num trajeto de 28 quilômetros com 32 paradas.

Segundo o secretário Pedro Paulo, o VLT circula a partir de um sistema próprio de geração de energia pelo solo e não emite gases tóxicos, pois não usa combustível fóssil. O piso rebaixado garante melhor acessibilidade aos vagões e o ar-condicionado de última geração mantém a temperatura interna entre os 20°C e 24°C.

  • Porto Maravilha: resgate da Região Portuária

A região Portuária do Rio está irreconhecível, deixou de ser uma área degradada e revelou a paisagem da Baía de Guanabara, com a retirada do Viaduto da Perimetral. “O viaduto contribuiu para a degradação da área, do patrimônio público e privado, e para o esvaziamento da região, que tem a menor densidade populacional do município. Hoje o carioca redescobriu a região portuária”, diz Pedro Paulo. O secretário afirma que “o Porto Maravilha é um dos maiores projetos de recuperação, resgate e transformação urbanística que o Rio já viu. Nossa inspiração foi Barcelona, que sediou a Olimpíada de 1992 e viveu uma transformação com a recuperação do Centro Histórico, tal qual estamos fazendo aqui”.

São 5 milhões de m², onde estão situados o Museu do Amanhã – projeto do premiado arquiteto espanhol Santiago Calatrava –, o Museu de Arte do Rio (MAR), a nova Praça Mauá e a Via Binário. Ainda, 70 km de ruas e vias urbanizadas e quatro túneis. Dentre eles, o Túnel Marcello Allencar, maior túnel urbano rodoviário da cidade com três quilômetros de extensão.

As obras de recuperação da infraestrutura urbana da Região Portuária do Rio incluem transporte, serviços públicos e recuperação das características culturais. Segundo Alberto Gomes Silva, presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro – empresa municipal gestora do Porto Maravilha –, com a retirada do elevado, ocorreu a retomada do interesse pelo entorno da região. Houve um resgate da qualidade de vida dos moradores e do patrimônio histórico da área, com a devolução à cidade de tesouros arqueológicos como o Cais do Valongo, principal porto de entrada de escravos no Brasil e nas Américas, cuja candidatura foi aceita e poderá ser reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

“O Porto Maravilha era uma operação pensada para uma área da cidade que nem todo mundo conhecia. Nem o carioca. As pessoas conheciam somente suas extremidades sem relação com o interior de uma das regiões históricas mais interessantes do Rio, com raízes desde a fundação da cidade.  Em breve, quando inaugurarmos toda a Orla Prefeito Luiz Paulo Conde, a ambiência será outra num espaço de 3,5 Km e 287 mil m² arborizados com ciclovia à beira-mar. A Via Expressa representará um conjunto de mobilidade urbana totalmente diferente, pensada para quem vive no local. O desenvolvimento econômico e social da região deverá ser impulsionado pela dinâmica decorrente dos novos empreendimentos que vêm se instalando e por um salto de 32 mil para 100 mil habitantes em 10 anos. Como se vê em outras cidades do mundo, que passaram por grandes projetos de revitalização, os turistas já se dirigem ao Porto Maravilha para conhecer casarões restaurados, novos museus, VLT, restaurantes centenários e grandes áreas de convivência abertas com os passeios públicos da cidade neste ponto do Rio. Não há dúvida de que temos, aqui, um reencontro do Rio com o Centro, com sua cultura, com sua história”, garante Alberto.

Cais do Valongo – Resgate Histórico e Cultural do Rio e do Brasil

Literalmente desenterrado em meio às obras do Porto Maravilha, por decisão do prefeito Eduardo Paes, o Cais do Valongo foi transformado em Memorial à Herança Africana. Segundo estudos históricos, ao longo de 40 anos, desembarcaram ali, ao menos, 500 mil africanos escravizados. No Cemitério dos Pretos Novos, a 1 km de distância, localizado na atual Rua Pedro Ernesto, estão os corpos dos que não sobreviveram. Os escravos ficavam expostos para venda no Largo do Depósito – antiga Rua do Valongo, atual Camerino –, onde, entre 1902 e 1910, foi construído o Jardim Suspenso do Valongo, a Casa da Guarda e o Mictório Público.

Cruzando o Morro da Conceição até os armazéns da Rua Estreita – hoje, Avenida Marechal Floriano –, os escravos carregavam sacas de sal, escalando uma pedra, que ficou conhecida como Pedra do Sal. Junto a ela, na virada para o século XX, João da Baiana, Donga, Pixinguinha e outros nomes inventaram o samba. Na atual Avenida Barão de Tefé, encontra-se a Doca Pedro II, Galpão da Ação da Cidadania, construção mais moderna do Império, erguida por André Rebouças, primeiro engenheiro negro brasileiro.

Por ordem do imperador Dom Pedro II e para atender à população da região, a maior parte, de origem africana, foi construído na Rua Pedro Ernesto o Colégio José Bonifácio, uma das primeiras escolas públicas do Brasil. Esse conjunto de obras representa um acervo ímpar da memória e da herança africana no Brasil. Lugares de dor, como o cais e o cemitério e de reconstrução, como a Pedra do Sal e a Doca. E toda essa marcante parte de nossa história se encontra no Porto Maravilha.

Parque Olímpico será palco de 24 modalidades esportivas

Atividades olímpicas (16): basquete, ciclismo de pista, esgrima, ginástica artística, ginástica rítmica, ginástica de trampolim, handebol, judô, luta greco-romana, luta livre, nado sincronizado, natação, pólo aquático, saltos ornamentais, taekwondo e tênis. Atividades paraolímpicas (9): basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, futebol de 5, golbol, judô, natação, rúgbi em cadeira de rodas e tênis em cadeira de rodas.

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