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Rio Olímpico - uma cidade em transformação - Revista do Turismo Rio Olímpico - uma cidade em transformação - Revista do Turismo

Rio Olímpico – uma cidade em transformação

Nova Praca Maua 2
Post por: 01/06/2016 0 comentários 192 views
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Ao deixar para trás Chicago, Tóquio e Madri e ganhar a disputa para sediar a Olimpíada e a Paralimpíada de 2016, o Rio de Janeiro conquistou um novo feito, inscrevendo seu nome na história como a primeira cidade da América do Sul a recepcionar os Jogos Olímpicos. Este foi o pontapé inicial para uma renovação urbanística, nunca realizada na cidade. Do Porto Maravilha ao Parque Olímpico, o Rio de Janeiro continua lindo, mas bastante mudado e pra melhor.

A vitória do Rio em 2009, junto ao Comitê Olímpico Internacional – além de representar a soma de 7,5 milhões de participantes, mais de quatro bilhões de telespectadores e atuação de mais de 100 mil profissionais –, trouxe novo entusiasmo ao prefeito Eduardo Paes e a sua equipe, que viram na vitória a boa chance para executar importantes projetos de infraestrutura, engavetados há décadas, e por mãos à obra a uma renovação urbanística nunca realizada na cidade, alavancando, assim, o desenvolvimento urbano e social.

“No Dossiê de Candidatura do Rio, tínhamos como proposta e meta o legado olímpico. A ideia de realizar o evento nos bairros da Barra, Copacabana, Maracanã e Deodoro, por exemplo, visava construir corredores expressos, interligando toda a cidade, melhorando a mobilidade urbana, recuperando áreas degradadas, ampliando o saneamento e reduzindo as distâncias geográficas e sociais. Nossa intenção era que estas Olimpíadas e Paralimpíadas se tornassem os Jogos Olímpicos da Transformação, melhorando a vida de cada carioca”, explica o secretário de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Carvalho – para quem, “ser uma cidade olímpica é ter a capacidade de abrir as portas à transformação e, usando os Jogos, conseguir melhorar a vida de quem mora aqui”.

Cidade Olimpica - Beth Santos

Crédito foto: Beth Santos 

 

Rio ganha legado de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016

Em parceria com os governos federal, estadual e municipal e o Comitê Olímpico, o projeto olímpico seguiu três mandamentos: legado, economia de recursos públicos e obras no prazo – nada de elefantes brancos. Foram favorecidos, também, obras de infraestrutura e projetos de mobilidade e renovação urbana do Plano de Políticas Públicas, não relacionados diretamente ao grande evento esportivo, mas impulsionados por ele, a exemplo do Centro de Operações Rio (COR), a Central de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica e ações relacionadas ao fechamento do Aterro de Gramacho.

Dentre as obras, a maioria em fase de conclusão, pode-se destacar a requalificação do entorno do Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão) e do entorno do Maracanã, o domínio urbano de Deodoro, o controle de enchentes da Grande Tijuca, a ampliação do Elevado do Joá, o Porto Maravilha e dois BRTs – Transoeste e Transcarioca –, que somam 100 km e podem transportar mais de meio milhão de passageiros por dia. Além da reabilitação ambiental da Bacia de Jacarepaguá, do saneamento da Zona Oeste, do Viário do Parque Olímpico e das instalações para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que irá circular até o final do primeiro semestre, ligando a Rodoviária Novo Rio ao Aeroporto Santos Dumont.

Parcerias Público-Privadas (PPPs) geram economia de recursos

Fato raro na história das Olimpíadas, mais da metade dos investimentos não tem origem pública. Do orçamento previsto, R$ 39,07 bilhões, apenas 43% saíram de cofres dos governos. A iniciativa privada bancou os demais 57%. “Isso garante a sustentabilidade financeira da cidade, sem que seja preciso mexer nos investimentos públicos de outras áreas, alivia o bolso do contribuinte e, ainda, viabiliza importantes projetos, como o Parque Olímpico, Vila dos Atletas, campo de golfe, ampliação do Sambódromo, saneamento da Zona Oeste, revitalização da Região Portuária e implantação do VLT. A cada R$ 1 investido em instalações olímpicas, R$ 5 estão sendo investidos na cidade. É uma prefeitura que faz uma Olimpíada, mas sem esquecer cada morador”, ressalta Pedro Paulo.

A economia de recursos será visível nas próprias instalações olímpicas. Pioneira, a Prefeitura do Rio criou o conceito de “arquitetura nômade” – pela primeira vez empregado numa Olimpíada –, que descarta a construção de instalações esportivas permanentes, sem utilidade ou subutilizadas após os jogos. Um exemplo da proposta inovadora é a Arena do Futuro, no Parque Olímpico da Barra, que será desmontada e transformada em quatro escolas municipais ao final das competições esportivas, oferecendo educação de qualidade e em horário integral a 2.000 alunos.

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