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Abav RJ - A burocracia que impede o crescimento Abav RJ - A burocracia que impede o crescimento

Abav RJ – A burocracia que impede o crescimento

Abav RJ Cristina Frischt
Post por: 08/06/2016 0 comentários 214 views
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“Precisamos diminuir a burocracia e os entraves que dificultam a entrada de turistas”

 

Artigo / Cristina Fritsch

 

No último dia 24 de fevereiro, fui convidada para participar do “Encontro Internacional de Turismo Brasil – China”, que contou com a presença do diretor da Comissão Municipal de Desenvolvimento do Turismo de Pequim, Song Yu, e de diversos empresários chineses e do Rio de Janeiro.

O objetivo do encontro era promover o destino de Pequim e aumentar o número de brasileiros que visitam a cidade anualmente. Desta forma, quatro grandes agências da China foram convidadas para participar do encontro, no intuito de realizar uma rodada de negócios com as agências de exportativo carioca e fechar parcerias. Entretanto, para surpresa de todos, apenas uma agência esteve presente. O motivo? As demais não conseguiram o visto para ingresso no Brasil.

Acredito que seja do conhecimento de todos que, há mais de 15 anos, o Brasil está estagnado no número de turistas estrangeiros que visitam o País. Em 2014, devido à realização da Copa do Mundo, conseguimos ultrapassar a marca de 5 milhões de visitantes e atraímos 6,4 milhões de estrangeiros. Mas esse número é irrisório diante do tamanho do Brasil e do seu potencial turístico. Também do número de pessoas que viajam o mundo todos os anos: mais de 1 bilhão, segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT).

A China, por exemplo, recebe 100 milhões de visitantes e exporta 110 milhões para o mundo, que saem de seu país em busca de novas culturas e destinos. Destes milhões de pessoas, apenas 80 mil (menos de 0,1%) escolhem o Brasil como destino e, ainda assim, o objetivo não é o lazer, mas sim os negócios.

Song Yu foi categórico em dizer que o excesso de burocracia para o recebimento do visto brasileiro é o principal empecilho à vinda de mais chineses e ressaltou ainda que o País poderia se espelhar nos Estados Unidos, que facilitaram o visto de até 10 anos para turistas chineses.

Segundo o relatório de competitividade do Fórum Econômico Mundial, o Brasil ocupa a 91ª colocação num ranking de 141 países na dimensão “Abertura Internacional”. No subitem que avalia o percentual da população mundial que necessita de visto de entrada, o Brasil está na 102ª colocação.

Na minha visão, o que precisamos para inverter esse quadro não é só promover o Brasil no exterior, mas sim, diminuir a burocracia e os entraves que dificultam a entrada de turistas. Já estamos distantes dos principais polos emissores, a malha aérea é deficiente, os preços aplicados pela rede hoteleira são altos e, somado a isso, ainda temos uma burocracia obtusa e que só nos atrapalha.

Pontualmente, devido à realização das Olimpíadas, os ministérios do Turismo e das Relações Exteriores conseguiram uma primeira vitória: a isenção de vistos para visitantes da Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão entre 1º de junho e 18 de setembro de 2016. A medida levou em conta uma série de fatores, tais como elevado fluxo emissivo internacional dos países escolhidos, histórico positivo no envio de turistas ao Brasil, países que mais gastam no Brasil, forte tradição olímpica e baixo risco migratório e de segurança. Por que não podemos adotar essa medida daqui em diante e ampliar o benefício para outros países?

É preciso que as autoridades brasileiras entendam, urgentemente, a força do turismo, sua capacidade de superar crises e de alavancar a retomada do crescimento econômico, especialmente no atual cenário. O turismo gera empregos, cria receita, movimenta mais de 70 setores da indústria e representa 9,2% do PIB direto e induzido. No ano passado, gerou mais de R$ 2 bilhões em receita para o País. Certamente, se o Brasil não adotasse a míope política de reciprocidade de vistos, esses números poderiam ser infinitamente maiores. Já é passada a hora de abrirmos nossas fronteiras e facilitarmos a vinda dos estrangeiros.

 

Cristina Fritsch é presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens do Rio de Janeiro (Abav-RJ)

 

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