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Post por: 30/08/2017 0 comentários 148 views
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Não se promove competitividade sem equiparação fiscal

 

Artigo: Alfredo Lopes

 

Impulsionado pelo maior evento esportivo do mundo, o Rio de Janeiro chegou a 2017 reposicionado no cenário turístico mundial e renovado para receber visitantes de todo o mundo. A infraestrutura de transportes públicos nunca esteve tão boa. Há novos museus e novas opções de entretenimento. Os serviços foram qualificados e testados maciçamente durante as Olimpíadas. E, especialmente no segmento de hospedagem, há novas e renovadas opções para todos os perfis de viajantes.

 

O cenário, porém, é desafiador. Especialmente para a hotelaria, que trabalha com ocupação na casa de 50%, pelo ajuste natural do incremento da oferta, mas também pelo novo momento que político e econômico que vive o Brasil e o Rio de Janeiro.

 

Diante desta baixa ocupação, uma prática polêmica no setor de acomodações voltou a ganhar as manchetes após o Sebrae, em concordância com os pleitos das lideranças nacionais do turismo e hotelaria, voltar atrás em convênio realizado com a plataforma de hospedagem. A empresa, de origem norte americana, alegou que o Sebrae agiu por pressão de grandes empresários do ramo, prejudicando pequenos comerciantes e empreendedores, e acusou a ABIH Nacional de estar praticando reserva de mercado.

 

No Rio de Janeiro, onde a rede hoteleira investiu mais de 10 bilhões de reais e dobrou a oferta de 30 mil para 60 mil quartos, em função dos esforços para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas 2016, o tema ganha ainda mais evidência. Por aqui, investimos pesado para atender a uma demanda da ampliação da oferta de leitos e chegar ao que podemos seguramente chamar de ‘A rede hoteleira mais moderna do país’. A cidade tem, atualmente, 855 estabelecimentos de hospedagem, sendo 45 mil quartos em hotéis, flats e motéis, e cerca de 15 mil leitos em albergues, pousadas e pensões. São números impressionantes em um espaço tão curto de tempo, o que mostra a enorme mobilização e investimento privado no turismo receptivo.

 

Segundo estimativa recente do Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro, o setor de hospedagem ocupa atualmente o sexto lugar em arrecadação de ISS, ficando atrás, somente da educação, saúde, informática, construção civil e mercado financeiro. Em 2016 a hotelaria gerou 130 milhões de ISS para os cofres públicos. Em 2015 foram 125 milhões. O pico de arrecadação de ISS pelo setor hoteleiro ocorre nos meses de julho e agosto e, também, no mês de janeiro, refletindo a sazonalidade natural do setor decorrente dos períodos de alta temporada e férias.

 

Em arrecadação de IPTU, o setor recolheu 88,8 milhões em 2016 para o município, também em sexto lugar na posição de maiores contribuintes.  Não é pouco. Temos uma carga tributária altíssima e geramos, somente no Rio de Janeiro, pelo menos 180 mil postos de trabalho. O cálculo leva em consideração que cada quarto de hotel gera cerca de 3 empregos, sendo um direto e dois indiretos para o setor. Somos uma cidade de vocação turística que, mesmo em um cenário de crise acentuada, continua gerando emprego e renda para milhares de família.

 

Diante de toda crise política e financeira, onde o setor registra baixa ocupação média e altíssima ociosidade de leitos, ainda precisamos enfrentar essa concorrência desleal de uma plataforma milionária, que reúne imóveis que não recebem nenhuma fiscalização e não representa segurança e garantia de bons serviços ao seu público, além de, tampouco, gerar emprego e capacitação para a população onde estão instalados. Nossa indústria não briga por “reserva de mercado” e sim por equiparação fiscal. Não se promove competitividade fomentando atividades informais.

 

Alfredo Lopes é presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro – ABIH-RJ

 

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