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Portela e União da Ilha escolhem sambas e se preparam para o grande desfile de 2019 Portela e União da Ilha escolhem sambas e se preparam para o grande desfile de 2019

Portela e União da Ilha escolhem sambas e se preparam para o grande desfile de 2019

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Post por: 09/10/2018 0 comentários 44 views
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Portelenses bradam “Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar um sabiá” e escola da ilha encena “A peleja poética entre Rachel e Alencar no avarandado do céu”

 

No Portelão, em Madureira – quadra da Portela –, foi definido o samba-enredo para o Carnaval 2019, que homenageará a cantora Clara Nunes. A União da Ilha do Governador divulgou também o seu novo samba-enredo: “A peleja poética entre Rachel e Alencar no avarandado do céu”, que conta a história dos escritores cearenses Raquel de Queiroz e José de Alencar.

 

“Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar um sabiá” com a Portela

 

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Crédito da foto: Divulgação/Léo Cordeiro

A composição é parceria assinada por Jorge do Batuke, Valtinho Botafogo, Rogério Lobo, Beto Aquino, Claudinho Oliveira, José Carlos, Zé Miranda, D’Souza e Araguaci.

“O diferencial do nosso samba foi a emoção. Nós tínhamos grandes obras na disputa, mas o nosso samba tinha a característica forte da emoção. Muita gente chorava durante as apresentações nas eliminatórias. É um samba vibrante! Outro diferencial também foi pelo samba ter sido feito em primeira pessoa. É a própria Clara cantando o retorno dela para a Portela”, disse Jorge do Batuke.

O presidente Luis Carlos Magalhães ressalta que não havia como não ousar para 2019, ano em que a tradicional escola de samba do Rio comemora 95 anos, mas o enredo da Portela terá de ser concebido sem patrocínio.

“Não tinha como ser diferente. A Portela faz 95 anos e esse enredo já estava rondando a rua Clara Nunes, desde que ela se foi em 1983. Temos recursos próprios, que sustentam cerca de 25% de nosso projeto. Mas buscamos parceiros o tempo todo. A dificuldade maior do Carnaval é você não saber se vai receber ou quando”, desabafa Luis Carlos.

Em 2019, a Portela será a terceira a desfilar na segunda-feira de Carnaval. Responsável pelo desfile da escola, a carnavalesca Rosa Magalhães está confiante no sucesso do próximo desfile, mas avisa de antemão que o resultado depende de todos os integrantes da escola.

“O enredo da Portela foi a escola inteira que escolheu. A responsabilidade não é só minha, não. É de todo mundo aqui. Dos compositores, da bateria, da porta-bandeira… Um trabalho coletivo e eu espero que dê tudo certo. Porque o assunto que estamos trazendo é muito ligado a Portela”, afirma Rosa.

 

 

Enredo: “Na Madureira Moderníssima, Hei Sempre de Ouvir Cantar Um Sabiá”

 

 

Axé, sou eu

Mestiça, morena de Angola, sou eu

No palco, no meio da rua, sou eu

Mineira faceira, sereia a cantar, deixa serenar

Que o mar de Oswaldo Cruz a Madureira

Mareia a brasilidade do meu lugar

Nos versos de um cantador

 

O canto das raças a me chamar ôôôô

De pé descalço no templo do samba estou

É rosa, é renda pra águia se enfeitar

Folia, furdunço, ijexá

Na festa de Ogum beira-mar

É ponto firmado pros meus orixás

 

Eparrei oyá, eparrei

Sopra o vento, me faz sonhar

Deixa o povo se emocionar bis

Tua filha voltou minha mãe

 

Pra ver a Portela tão querida

E ficar feliz da vida

Quando a velha guarda passar

A negritude aguerrida em procissão

Mais uma vez deixei levar meu coração

A Paulo, meu professor

Natal nosso guardião

Candeia que ilumina o meu caminhar

Voltei ‘a avenida saudosista

Pro azul e branco modernista eternizar

Voltei e fiz um pedido à padroeira

Nas cinzas dessa quarta-feira comemorar

 

Nossas estrelas no céu, estão em festa

La vem Portela com as bênçãos de oxalá

 

No canto de um sabiá

Sambando até de manhã

Sou Clara guerreira, a filha de Ogum com Iansã

 

 

“A peleja poética entre Rachel e Alencar no avarandado do céu” com a União da Ilha

 

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Crédito da foto: Divulgação

As parcerias Myngal, Marcelão da Ilha, Roger Linhares, Marinho, Cap. Barreto, Eli Doutor, Fernando Nicola, e Marco Moreno premiaram as letras de “A peleja poética entre Rachel e Alencar no avarandado do céu”.

O compositor Myngal expressou o sentimento dos insulanos: “estou muito emocionado. Sou morador, nascido e criado aqui e, ainda, não tinha ganhado um samba na Ilha. Já ganhei na Grande Rio, em outras escolas, mas aqui é diferente. Isso é a realização de um sonho. Um lugar que sempre frequentei com minha família, meus amigos… Minha mãe está, aqui, hoje. A emoção que estou sentindo não sei nem explicar”.

A Ilha será a segunda do Grupo Especial a desfilar na segunda-feira de Carnaval, com o enredo desenvolvido pelo carnavalesco Severo Luzardo. O atual presidente da União da Ilha, Djalma Falcão, que elogiou o antecessor, não esconde o trabalho árduo.

“É uma responsabilidade imensa. Foi um grande gestor, arrumou a escola de uma maneira muito positiva. Nunca dá para fazer tudo, ele deixou um pedaço para eu fazer. Temos um dos melhores enredos do Carnaval, de acordo com a mídia especializada, e espero ter o samba também bem avaliado”.

O dirigente também comentou sobre a gestão financeira da Ilha e o apoio do Estado do Ceará para o desfile. “A Ilha tem dívidas porque, no último Carnaval, ou fazíamos o desfile ou pagávamos as contas. Consegui pagar até agora 40% das dívidas. Mas ainda não há contrato com a Riotur e nem com o Uber. Não posso dizer que é um patrocínio, mas temos uma parceria com o Ceará, está sendo um grande parceiro.” No próximo desfile de Carnaval, a Ilha entrará em cena com 10 mil peças artesanais cearenses.

O carnavalesco Severo Luzardo garante que sabia do tamanho da responsabilidade, quando optou pelo enredo que trata de dois grandes poetas da literatura brasileira – os cearenses Raquel de Queiroz e José de Alencar.

“Temos de fazer um Carnaval altamente politizado. Isso aumenta o esforço de estética. O projeto está muito bonito. O enredo foi trazido por cearenses para a escola e a Ilha topou. Do ponto de vista artístico, é muito interessante de se fazer. É brincante, te permite usar muita cor. Vai ser bem gostoso. O Ceará está nos dando vários tipos de apoio. Isso dá uma sensação de pertencimento muito grande”, explica Luzardo.

 

 

Enredo: “A peleja poética entre Rachel e Alencar no avarandado do céu”

 

 

O Sol
Onde aquece a inspiração é luz
Meu sonho
É vida, vento, brisa a beira-mar
Ouvindo poesias de Raquel

Suspiro nas histórias de Alencar
E hoje desfolhando meu cordel
Das lendas que ouvi no Ceará
É doce, é fogo, sabor e prazer
Aroma no ar, plantar e colher
Eu moldei no barro
As recordações que vivi com você

Violeiro roca moda à luz do luar

Sanfoneiro puxa o fole e
Convida a dançar
Vou pedir a Padim Ciço
Abençoe nosso povo
Essa fé a nos guiar

Chão rachado, meu sertão

Peço a Deus pra alumiar
Terra seca que não seca a esperança
Arretada vocação de te amar
O sal da terra segue o meu destino
Sangue nordestino sempre a me orgulhar
A natureza cantada em meus versos
Traduz a beleza desse meu lugar
Linda morena, vestiu-se de amor
Teceu a vida com fios dourados
Eu de chapéu de couro e gibão
Enfeitei o meu coração
E a moda, desfilo ao seu lado

Vixi Maria! A Ilha vai cantar

Traçando em meus versos a minha alegria
Menina rendeira me ensina a bordar
No céu emoção, no chão simpatia

 

 

Foto de capa: Alexandre Macieira/ Riotur

 

 

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